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Educação e Tecnologia

A sociedade contemporânea mostra cada vez mais a necessidade do indivíduo ter o controle do processo de seleção, processamento, comunicação e uso das informações nas mais diversas áreas do conhecimento. Na educação não é diferente, a ânsia de alunos por tudo mais rápido e mais eficaz se tornou muito comum. Mas, a tecnologia pode ser usada como material de educação?

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Segundo o dicionário Aurélio o termo tecnologia refere-se ao conjunto de conhecimentos, especialmente princípios científicos, que se aplicam a um determinado ramo de atividade; o vocabulário peculiar de uma ciência.

A tecnologia é parte do acervo cultural de um povo e, como tal, se nutre das contribuições permanentes da comunidade. A tecnologia está condicionada pelas relações sociais, políticas e econômicas constituídas em um espaço e num tempo determinados. A tecnologia existe como conhecimento acumulado, é produção constante e dinâmica.

A cultura, por sua vez, é um processo contínuo de criação coletiva, um fenômeno plural e multiforme que não se manifesta apenas como produção intelectual e artística e mesmo científica; ela está presente nas ações cotidianas, na forma de comer, de vestir, de relacionar-se com o vizinho, de produzir e utilizar as tecnologias. As evidências das realizações humanas constituem manifestações culturais e são consideradas, portanto, produções tecnológicas.

A tecnologia colocada à disposição dos alunos precisa ter como meta desenvolver suas possibilidades individuais, tanto cognitivas, como afetivas e sociais, por meio das utilizações e experimentações no espaço da aprendizagem, seja presencial ou virtual. A prática docente deve responder às questões reais dos alunos, que chegam até ela com todas as suas experiências vitais, e deve utilizar-se dos mesmos recursos que contribuíram para transformar suas mentes fora dali. Desconhecer a interferência da tecnologia e dos diferentes instrumentos tecnológicos, na vida cotidiana dos alunos, é retroceder a um ensino baseado na ficção.

 

 Nove dicas para usar bem a tecnologia:

 

O início: se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas.

O currículo: no planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O Fundamental: familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O Específico: antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A ampliação: para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (Programa de Inclusão Digital do MEC) são boas opções.

O autodidatismo: a internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A responsabilidade: ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A segurança: discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A parceria: em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Em alguns segmentos os impactos do uso da internet foram tão grandes que estabeleceram estruturas novas como no caso das atividades bancárias, comerciais e até mesmo industriais. O volume de informações e conhecimento trazido pela Internet é imenso. Vejamos alguns benefícios trazidos pela internet em especial para a educação:

– Estimula o raciocínio lógico;
– Permite a interação com outras pessoas e instituições;
– Desenvolve a autonomia;
– Permite um aprendizado individualizado e coletivo;
– Desenvolve a prática da pesquisa;
– Aumenta a capacidade de concentração;
– Coloca o estudante em contato com outras linguagens;
– Expande horizontes e aumenta a bagagem cultural.

Mas estar por dentro do que está acontecendo na grande rede mundial de computadores não é tudo. Utilizar os recursos dela da melhor maneira é o mais importante.

 

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