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Crise na USP é agravada depois de corte de ponto

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No dia que os alunos deveriam retomar as aulas na Universidade de São Paulo a crise entre a instituição e seus funcionários se agravou. Cerca de 300 pessoas que pertencem ao quadro de trabalhadores da USP acabaram formando um cordão de isolamento na frente da reitoria e demais quatro prédios da Cidade Universitária. A manifestação começou logo depois o anúncio da reitoria de corte de pontos dos grevistas.

Crise na USP é agravada depois de corte de ponto

De acordo com as informações que foram divulgadas pela imprensa e pelos alunos que tentaram entrar na instituição os grevistas também bloquearam a entrada de outros locais dentro da Cidade, como o Centro de Práticas Esportivas, o Departamento de Tecnologia e Informação, dentre outros.

Uma assembleia foi realizada pelos funcionários que se reuniram na frente da reitoria da universidade. Uma das principais reclamações foram a constatação de grandes descontos nas folhas salariais das pessoas que participavam da greve, sendo que alguns dos descontos chegavam aos R$ 4 mil.

Crise mais longa da década

Crise na USP é agravada depois de corte de ponto 2

A greve dos funcionários e dos professores da USP começou no dia 27 de maio e já pode ser considerada a pior crise da instituição nos últimos 10 anos. Todas as categorias exigem que seus salários sejam descongelados. A reitoria da instituição de ensino afirma que está tentando negociar com cada um dos sindicatos.

O que foi registrado naquele que deveria ter sido o primeiro dia de aula na USP, alguns alunos conseguiram retomar as atividades acadêmicas, como os que pertencem a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH).

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