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Ciência x Pseudociência – Como diferenciá-las?

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Desde muito tempo atrás, uma das maiores fixações do Homem é entender tudo. Nós queremos saber tudo de tudo, e por isso a ciência é tão cultivada e respeitada, já que se baseia em estudos comprovados para agregar mais informação ao nosso mundo. Neste cenário, ao longo do tempo, muitas pessoas começaram a se auto-denominar cientistas, ou seja, achavam que praticavam ciência. No entanto, ao expor seus estudos, todos eles eram incapazes de provar o que realmente estava dizendo. Todos estes estudos passaram a ser chamadas de pseudociências, pois elas se dizem ciência, mas não tem nenhum embasamento para tal.

De todo o modo, estas pessoas conseguiram muitos adeptos ao longo dos séculos e décadas, pois, apesar de não serem comprovadas, apresentavam ideias que convenciam a população. Algumas delas são consideradas, até mesmo, mitos, mas mesmo assim há pessoas que estudam e acreditam fortemente em seus ensinamentos.

É muito importante que um discente saiba distinguir uma ciência de uma pseudociência, para assim poder evitar confusões e não fazer de seus estudos um emaranhado de mitos. Em contrapartida, é importante não fechar as portas para as novas ideias, mas, apenas, esperar que elas sejam melhor estudadas.

3 maneiras de diferenciar ciência de pseudociência

Ciência x Pseudociência - Como diferenciá-las

1# – Toda ciência é falsificável

Karl Popper, importante filósofo, disse certa vez que para algo ser considerado ciência, o mesmo deveria ser falsificável. O que ele queria dizer é que toda ciência deve evoluir e apresentar falhas para que outras apareçam e complementem. No caso das pseudociências, nenhuma pode ser submetida ao teste da falseabilidade, pois elas são muito genéricas e não tem como provar que estão erradas. Um exemplo é o horóscopo. A astrologia não é falsificável, pois não há como provar que ela esteja errada, bem como que não está certa.

Talvez a astrologia se mostre uma ciência daqui a alguns anos quando algum profissional provar que o que dizem tem provas experimentais. Do contrário, não deixa de ser uma pseudociência, apesar de ter fãs espalhados por todo o mundo.

2# – Pseudociência não tem estudos comprovatórios

Por mais que você pesquise sobre determinada pseudociência e seus estudos, nunca achará algo totalmente confiável. Muitos dão exemplos de pessoas que se curaram, como é o caso da Homeopatia. No entanto, nenhum estudo é capaz de provar que foi justamente o remédio que fez o efeito, e não o psicológico ou outros fatores não levados em conta no estudo. Toda ciência é comprovada com inúmeros estudos! Os remédios têm provas mais do que concretas de que funcionam.

Outro ponto interessante é verificar com olhar crítico o que uma pseudociência diz. Elas costumam utilizar definições e palavras técnicas e difíceis para tentar provar do que são capazes. Um bom exemplo são os objetos com magnetismo que dizem curar as pessoas, ou ações do tipo. Elas usam dos mais diversos artifícios para mostrar às pessoas de que realmente trazem os resultados que prometem.

Todos nós podemos acreditar em uma pseudociência, pois ela pode ser apenas mal compreendida. Ninguém é dono da verdade. O importante é ter em mente de que acredita em algo que não é provado, logo, não tem como defender com argumentos válidos.

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