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Alergia a Wifi. Mito ou verdade?

É possível ter alergia a este tipo de coisa? Veja esta curiosidade.

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Pouco tempo atrás uma família do Reino Unido acabou por alegar que a filha de 15 anos cometeu suicídio depois de ter uma série de alergias a sinais de WIFI. Esta é uma condição estranha, que vem sendo chamada pela Organização Mundial da Saúde a OMS de hipersensibilidade eletromagnética a EHS, que geraria possíveis tonturas e irritações de pele. Mas será que este tipo de situação pode realmente acontecer?

Alergia a Wifi. Mito ou verdade?

Saiba que um grupo de pessoas que se apontava como sensível a sinais eletromagnéticos resultantes de WIFI, como telas de computadores e também telefones celulares participam de uma pesquisa para saber até onde isto é um tipo de condição real. De acordo com estas pessoas, basta apenas que ocorra algum afastamento dessas fontes de sinais para que os sintomas venham a desaparecer.

O que a pesquisa apontou para os usuários?

Esta pesquisa mostra que as pessoas não foram capazes de determinar, em laboratório, quando é que as ondas eletromagnéticas estavam presentes, ou mesmo eram cessadas. De acordo com o autor do estudo, as pessoas que contavam com algum tipo de doença, mas não necessariamente esta doença estava ligada a emissores de sinais considerados eletromagnéticos.

Para estes estudos faltam bases científicas

Alergia a Wifi. Mito ou verdade?

De acordo com a própria Organização Mundial da Saúde, não está caracterizada a hipersensibilidade eletromagnética como um tipo de diagnóstico médico, mesmo que não se duvide de sintomas apresentados por pessoas que apontam sofrer deste tipo de condição. Além disto, a organização acredita que não exista uma base científica para a comprovação de que as frequências eletromagnéticas possam gerar algum tipo de tontura ou mesmo alergias.

Os sintomas que são apontados por pessoas que alegam ter este tipo de alergia são atribuídos a muitas doenças, mas é importante que ocorra um acompanhamento de cada uma das situações para que se identifique as condições reais que os pacientes apresentam. Dores de cabeça, podem por exemplo, ser o início de um resfriado, ou ainda um excesso de cafeína no corpo, sinusites, entre muitas outras coisas que precisam ser analisadas.

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