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Universidades de São Paulo completam 2 meses de greve

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Os estudantes de três grandes universidades estaduais de São Paulo ainda não sabem quando poderão retornar as aulas. Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp) ainda seguem com a sua situação indefinida e a próxima reunião que poderá colocar fim no impasse acontecerá somente no dia 3 de setembro.

Universidades de São Paulo completam 2 meses de greve

O movimento de greve do sistema de ensino superior estadual em São Paulo foi iniciado no dia 27 de maio, quando os professores não tinham um indicativo relacionado a reposição salarial. A luta dos professores está justamente em tentar garantir que os profissionais da educação que trabalham nas instituições estaduais em ter um aumento de salário adequado. Por outro lado a secretaria de educação afirma que não existe dinheiro no orçamento.

Em dois meses de greve, até o momento não existiu um avanço na pauta de reivindicações até o momento. Além da reunião marcada para o dia 03, as próximas assembleias gerais com os professores estão marcadas apenas para o dia 7 de agosto. Além do aumento dos salários, existe uma luta pelo reajuste no vale-alimentação dos funcionários da Unesp e a concessão de um abono aos trabalhadores da Unicamp.

A liderança do movimento alerta que existe uma tentativa do governo para tentar aprovar apenas um ou dois itens da pauta de exigências com o objetivo de desmobilizar a classe como um todo para que eles consigam encerrar a greve de uma vez por todas.

Instituição garante início das aulas

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A USP, maior instituição entre as três que estão com suas atividades paralisadas, afirmou que apenas 10% dos professores entraram em greve e que as aulas vão começar no dia 4 de agosto, conforme está no calendário da instituição.

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