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Manuel Bandeira

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OBRAS

1. Os condenados (romance, 1922)

2. Memórias Sentimentais de João Miramar (romance, 1927)

3. Serafim Ponte Grande (romance, 1933)

4. Pau Brasil (poesias, 1925)

5. O Homem e o Cavalo (teatro, 1934)

6. O Rei da Vela (teatro, 1937)

7. Marco Zero I (romance, 1943)

POEMAS FAMOSOS

1. Canto do Regresso à Pátria

2. Meus Sete Anos

3. Pronominais

3. MANUEL BANDEIRA

Nascimento e morte – Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu em Recife (PE), em 19 de abril de 1886. Faleceu no Rio de Janeiro (RJ), em 13 de outubro de 1968.

Estudos iniciais – Transferiu-se aos 10 anos para o Rio de Janeiro, onde cursou o secundário no Externato do Ginásio Nacional, hoje Colégio Pedro II, de 1897 a 1902, bacharelando-se em Letras.

Tuberculose – Em 1903, matriculou-se na Escola Politécnica de São Paulo para fazer o curso de engenheiro-arquiteto. No ano seguinte abandonou os estudos por motivo de doença (tuberculose).

Driblando a morte – Apesar de estar marcado para morrer (a tuberculose matava rapidamente na época), Manuel Bandeira aprendeu a viver com a doença e foi driblando a morte. Assim, viveu até os 82 anos, construindo uma vida de convivência com os amigos, escritores e intelectuais do seu tempo e uma das maiores obras poéticas da moderna literatura brasileira.

Estréia – Iniciou sua carreira literária em 1917, com o livro A Cinza das Horas, poesia sob influência parnasiana.

Carnaval – Em 1919, publicou seu segundo livro de poemas, Carnaval, em que já experimentava certas liberdades de composição rítmica. A obra contém o famoso poema Os Sapos, sátira ao Parnasianismo, que veio a ser declamado, três anos depois, durante a Semana de Arte Moderna, pela voz de Ronald de Carvalho.

Apelido – Antecipador de um novo espírito na poesia brasileira, Bandeira foi cognominado, por Mário de Andrade, de “São João Batista do Modernismo”.

Não participou da SAM – Manuel Bandeira não participou diretamente da Semana, mas colaborou nas revistas Klaxon, Antropofagia, Terra Roxa e A Revista.

Obra máxima – A obra mais admirada de Bandeira é Libertinagem (poesias, 1930).

OBRAS

1. A Cinza das Horas (poesias, 1917)

2. Carnaval (poesias, 1919) 

3. O Ritmo Dissoluto (poesias, 1924)

4. Libertinagem (poesias, 1930)

5. Estrela da manhã (poesias, 1936)

6. Lira dos Cinqüetanos (poesias, 1940)

7. Belo belo (poesias, 1948)

8. Opus 10 (poesias, 1954)

9. Estrela da Tarde (poesias, 1960)

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