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Quem são os sujeitos das orações?

O sujeito é muito importante para entender uma oração. Aqui, você descobrirá como eles se dividem, quais suas diferenças e como identificá-los. Confira!

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Vamos entender melhor o que seriam os termos essenciais da oração! Por que são essenciais? A língua portuguesa é voltada para a significação das palavras dentro e fora de um contexto. Quando estudamos a sintaxe, precisamos entendê-las pelo seu contexto dentro da oração.

Como já estudamos, a oração é a forma de organizar as palavras, expressando as ideias. Para forma-la, é preciso que as palavras que a componham identifiquem o sujeito, o predicado e o vocativo. Termos essenciais são aqueles que precisam constar numa oração. Sem eles, a mesma perde a sua essência, ou seja, não entendemos ou identificamos o contexto.

O sujeito é o elemento que pratica ou sofre a ação. Quando queremos identifica-lo, devemos fazer a pergunta ao verbo. De forma imediata, o verbo nos responde qual é o núcleo da pergunta. O sujeito de uma oração pode ser classificado como simples, composto, indeterminado e oculto.

Sujeito simples é aquele que possui apenas um núcleo na oração, ou seja, um único elemento que sofre ou executa a ação. Entendemos como núcleo a palavra central dentro da frase, após a identificação do verbo.

Exemplo: Marcos bebe água deitado no sofá.

Perguntando ao verbo temos: Quem bebe água deitado no sofá?

Resposta: Marcos

Sujeito

Sujeito composto é aquele que possui mais de um núcleo, ou seja, dois ou mais elementos sofrem ou executam a ação. Nesse caso, o sujeito é ligado por uma conjunção ou preposição.

Exemplo: A população e os governantes, preocupados com a situação, esperam que chova o mais rápido possível.

Perguntando ao verbo temos: quem espera que chova o mais rápido possível?

Resposta: a população e os governantes

Nesse caso, a e os são adjuntos adnominais. Quando analisamos as palavras quanto à forma sintática, entendemos qualquer palavra que estiver antes do núcleo como adjunto adnominal.

Sujeito oculto também pode ser chamado de sujeito elíptico, desinencial ou subentendido; ou seja, o sujeito oculto não aparece na oração, mas podemos subentendê-lo perguntando ao verbo.  Temos as seguintes situações:

  • Quando o sujeito for substituído de forma imediata pelos pronomes pessoais (eu, tu, ele, ela, nós, vos);
  • Quando o verbo indicar ordem e estiver conjugado no imperativo;
  • Quando o sujeito já estiver mencionado na oração anterior.

Sujeito indeterminado é aquele que não conseguimos localizar na oração quando perguntamos ao verbo.

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