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Santa Rita Durão

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O URAGUAI

Dados importantes sobre o livro:

1. CLASSIFICAÇÃO – Poema épico, escrito em decassílabos brancos, sem divisão em estrofes. Foge, assim, à imitação de Os Lusíadas, de Camões.

2. OBJETIVO DA OBRA – Satirizar os jesuítas e agradar o Marquês de Pombal, protetor do poeta.

3. PERSONAGENS PRINCIPAIS:

Lindóia – índia; heroína que morre picada por uma cobra.

Cacambo – índio guerreiro; esposo de Lindóia.

Pe. Balda – jesuíta; vilão da história.

Caitutu – índio guerreiro; irmão de Lindóia.

Tanajura – índia feiticeira.

Gomes Freire de Andrade – chefe das tropas portuguesas.

SANTA RITA DURÃO

Nasceu em Cata Preta, Minas, em 1722.

Faleceu em Lisboa, em 1784.

Com pouca idade, foi mandado para Portugal, onde realizou estudos de Filosofia e Teologia, tomando hábito aos dezesseis anos.

Envolvido na polêmica contra os jesuítas, refugiou-se na Espanha e, mais tarde, na França e na Itália.

De suas produções poéticas, ficou o poema épico Caramuru (Lisboa, 1871), feito à imitação direta de Os Lusíadas, de Camões.

CARAMURU

Dados importantes sobre o livro:

1. CLASSIFICAÇÃO – Poema épico, escrito em decassílabos rimados, com divisão em cantos e estrofes. Imita, assim, o esquema tradicional imposto por Camões em Os Lusíadas.

2. TEMA CENTRAL – O poema narra, em dez cantos, o naufrágio de Diogo Álvares Correia (na costa da Bahia) e suas aventuras amorosas com as índias, sobretudo com Paraguaçu e Moema. O material é vasto: fatos da História, o temperamento e as lendas dos indígenas. O poema segue o esquema clássico camoniano, usando a oitava rima, obedecendo à divisão tradicional em proposição, invocação, dedicatória, narrativa e epílogo.

3. PERSONAGENS PRINCIPAIS: 
Diogo Álvares Correia – herói; náufrago português.

Paraguaçu – índia, filha do cacique.

Moema – amante de Diogo; morre afogada.

Taparica – cacique; pai da índia Paraguaçu.

SILVA ALVARENGA 

Manuel Inácio da Silva Alvarenga nasceu em Vila Rica, Minas Gerais, em 1749.

Morreu no Rio de Janeiro, em 1 de novembro de 1814.

Fez os estudos secundários no Rio de Janeiro e cursou Direito na Universidade de Coimbra. Ao longo do curso, escreveu e publicou, sob o patrocínio do Marquês de Pombal (Sebastião José de Carvalho e Melo – 1699-1782), O Desertor das Letras, poema herói-cômico de enaltecimento às reformas universitárias pombalinas.

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