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Dia do Artista – 24 de Agosto

24 de Agosto dia do Artista

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O dia 24 de agosto foi escolhido como data para celebrar a existência do artista em nossa sociedade. O artista é qualquer pessoa que dedica sua vida ou algum tempo dela à arte . Aqui, entenda-se arte como qualquer modalidade das mais tradicionais que você faça com muito amor e dedicação. Na maioria das vezes, para ser artista é necessário que a pessoa tenha nascido com um dom. Seja ele para pintura, interpretação, atuação em peças teatrais, cinema e novelas. Esses setores se destacam como importantes espaços para o surgimento de excelentes artistas.

O mundo está cheio de artistas e não são só os famosos que fazem parte dessa lista, existem os autônomos, que são artistas de rua, que com uma maquiagem e alguns acessórios tentam viver dessa arte que nem sempre é uma fonte de riqueza. Existe também a arte de viver. A vida é uma luta constante, por onde passamos por altos e baixos, mas quase sempre saímos triunfantes.

Já tentou imaginar se eles não existissem? O mundo seria menos colorido sem as obras de arte, e menos divertido sem os atores que nos proporcionam tantas risadas, seja no palco, nas telinhas e até mesmo nas ruas.

O que é um artista no ponto de vista de uma socióloga?

A socióloga da arte Sarah Thornton, autora de O que é um artista?, trabalha um pouco com o artista convencional deve ser analisado em nossa sociedade. Na publicação, Sara Thornton faz um mergulho nos bastidores do mundo das artes e vai investigando como tal elemento é humanizador para a sociedade contemporânea. Confira um dos trechos que definem o artista na visão da pesquisadora.

“Artistas não fazem arte apenas. Artistas criam e preservam mitos que tornam suas obras influentes. Enquanto os pintores do século XIX enfrentavam questões de credibilidade, Marcel Duchamp, o avô da arte contemporânea, fez da crença sua preocupação artística central. Em 1917, ele declarou que um mictório suspenso era uma obra de arte intitulada Fonte. Ao fazer isso, ele atribuiu aos artistas em geral um poder quase divino de designar qualquer coisa que quisessem como arte. Não é fácil defender esse tipo de autoridade, mas é essencial para um artista que deseja obter sucesso. Numa esfera na qual tudo pode ser arte, não existe nenhuma medida objetiva de qualidade, de modo que o artista ambicioso deve estabelecer seus próprios padrões de excelência. A construção desses padrões exige não apenas uma imensa autoconfiança, mas também a convicção dos outros. Como deidades competitivas, os artistas precisam hoje agir de modo a conquistar um séquito fiel”.

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