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01/06/2012 09:58

A Reforma e a Contra Reforma

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Nos séculos XV, XVI e início do XVII surgiram os grandes gênios da literatura renascentista, dentre os quais podemos citar:

a) Maquiavel – autor, entre outras, de O príncipe, no qual defende e justifica os governos absolutos.

b) Shakespeare – entre sua vasta obra citamos: Hamlet, Macbeth, Otelo e Romeu e Julieta.

c) Erasmo de Rotterdam – sua expressão maior foi o Elogio da Loucura.

d) Tomas Morus – sua Utopia criticava a expulsão dos camponeses de suas terras pelo Estado inglês.

e) Miguel de Cervantes – Dom Quixote, um romance em prosa satírica.

f) Luís de Camões – Os Lusíadas, epopéia que exalta o povo português.

O renascimento nas artes plásticas

Burgueses, príncipes e papas, isto é, os grandes mecenas, buscavam ampliar seu prestígio por meio da grandiosidade das artes, e o desejo de se eternizarem numa pintura ou escultura provocou uma verdadeira corrida para contratar artistas como Leonardo Da VincI, Michelangelo, Ticiano e Rafael Sanzio, contando apenas com artistas italianos.

O período do Renascimento foi um momento histórico particularmente importante pelas descobertas científicas, notadamente nos campos da Astronomia, Física, Medicina, Matemática, Geografia e das Ciências da Navegação.

A REFORMA E A CONTRA-REFORMA 

A Reforma Protestante foi um movimento religioso, econômico e político de contestação à Igreja Católica, que resultou na fragmentação da unidade cristã e na origem do protestantismo.

No início do século XVI, a Alemanha era a região européia mais propensa a um rompimento definitivo com a Igreja. Entre os alemães, as motivações econômicas, sociais e políticas que os afastavam da Igreja Católica eram mais fortes do que em qualquer outro povo da Europa.

A avidez material da Igreja – expressa na venda de indulgências, na exploração servil dos trabalhadores em suas terras e na cobrança de impostos – as imoralidades e a corrupção do clero afetavam o espírito religioso do povo, que preocupado com a salvação da alma, não podia acreditar que uma Igreja desmoralizada fosse capaz de salvar os fiéis do inferno.

Martinho Lutero, alemão, monge agostiniano e professor na Universidade de Wittenberg, iniciou sua luta reformista em 1517, quando fixou na porta da catedral daquela cidade as suas 95 teses, nas quais denunciava os abusos do clero e condenava a venda de indulgências. Por esse motivo, Lutero foi excomungado e convocado a comparecer a uma Assembléia de Príncipes para ser julgado por heresia.
Lutero rasgou publicamente a carta de excomungação e foi absolvido pelos príncipes, que apoiavam suas idéias, notadamente as que defendiam a tomada das terras da Igreja pela nobreza. O monge foi responsável pela primeira tradução da Bíblia para o alemão.

No processo de propagação das idéias luteranas, na Alemanha, ocorreram algumas lutas armadas significativas, como a Revolta da Pequena Nobreza (1522-1523) e a Revolta dos Camponeses (1524-1525).





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