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Campanha de vacinação contra paralisia infantil

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Todo ano, cerca de 13,5 milhões de crianças tem a oportunidade de serem imunizadas contra a poliomielite (paralisia infantil) no Estado de São Paulo. De acordo com a Secretaria da Saúde, o número corresponde à meta de cobertura de 95% dos 14,1 milhões de paulistas menores cinco anos de idade, público-alvo da campanha de vacinação.

Durante a apresentação da campanha, o ministro da saúde, Alexandre Padilha, reforçou a importância da vacinação. Todas as crianças menores de 4 anos, 11 meses e 29 dias devem tomar as duas gotinhas, mesmo que já tenha sido vacinadas.

O último registro de transmissão no Brasil ocorreu em 1989, confirmando a erradicação da doença, porém a medida de prevenção permanece, devido ao fato de ainda existirem casos isolados em outros países, o que não impede a circulação de indivíduos contaminados em países livres da doença.

No período da campanha, as crianças que estiverem com a carteirinha desatualizada, tem a oportunidade de tomar as vacinas em atraso, mantendo assim, a caderneta de vacinação em dia.

Entenda a Poliomielite

A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma infecção viral causada pelo poliovírus, transmissível e se manifesta de diversas formas: oral, fecal e respiratória. A doença pode se manifestar de modo rígido ou moderado, sendo mais comum em crianças, o que não impede a contaminação de adultos.

Normalmente, as pessoas infectadas confundem os sintomas iniciais com os da gripe: febre, mal-estar, sonolência, dor de cabeça, dor muscular, corpo dolorido, náusea, vômito, diarreia ou constipação, e dor de garganta. Nos casos mais graves, a poliomielite pode levar à paralisia e morte.

Vamos vencer a Poliomielite?

Por ser uma doença incurável, a polimielite deve ser controlada por meio de vacinação que ocorre em vários períodos da vida, sendo recomendada para crianças em um total de 4 doses dadas com 2 e 4 meses de idade, entre 6 e 18 meses de idade, e com 4 anos.

A melhor forma de prevenção é vacinando a maior parte da comunidade, o método é seguro e os efeitos colaterais são raros.

A medicação utilizada é a Sabin, que permite duas formas de aplicação: oral com vírus vivo (duas gotas) e a injetável com vírus inativo (na perna ou braço).

Helena Sato (diretora de Imunização da Secretaria) reforça ainda, que a única forma de prevenção da paralisia infantil é por meio da vacinação, por isso, é importante que os pais e responsáveis procurem orientações nos postos de saúde e fiquem atentos campanhas e datas de vacinação.

Para maiores informações recomendamos que acesse o site do Ministério da Saúde.

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