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A Revolução nos transportes

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A revolução industrial provocou uma revolução nos transportes. Em 1830, George Stephenson inventou a locomotiva a vapor, e conseqüentemente surgiram as ferrovias que evoluíram rapidamente, sendo encontradas nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Bélgica. Em 1850, surgiu a navegação a vapor.

Com as estradas de ferro e as embarcações a vapor, o transporte das mercadorias ficou mais rápido, o custo do transporte foi reduzido, e aumentou a troca de mercadorias. Conseqüentemente, a revolução dos transportes contribuiu para a ascensão do processo de industrialização.

A Revolução Industrial começou a ser cada vez mais materializada a partir do século XVIII, na Inglaterra, com a mecanização nos espaços de produção. Se na Idade Média o artesão era o principal produtor, na era industrial os burgueses incentivavam o avanço da indústria. Mais lucro, menor custo e produção desenfreada. A população cresceu e tudo era retroalimentado.

Os ingleses detinham várias reservas de carvão mineral na área do subsolo e não havia problema quanto à fonte de energia para que a locomotiva e todas as demais máquinas fossem movimentadas. O ferro também era matéria-prima abundante na Inglaterra. Para movimentar toda essa engrenagem, muita mão de obra era necessária. As fábricas passaram a ser financiadas e um mercado de trabalhadores passou a ser rotina na Europa. O pioneirismo inglês sempre foi revelado em tais aspectos.

Com tamanho cenário, houve avanço na tecnologia das máquinas e transportes. Vários teares, muitas máquinas a vapor e toda uma estrutura para escoar a produção era observada. As mercadorias mudaram de preço a medida que a produção foi sendo ampliada. As locomotivas foram observadas no setor de transporte e a conhecida maria fumaça passou a fazer sucesso nesse período. Os trens a vapor também eram muito constantes, pois transportavam pessoas e mercadorias em períodos mais curtos e com menores preços.

A classe trabalhadora sofria com o excesso de trabalho e as condições a que eram submetidos. Pouca iluminação, muito calor e sujeira eram alguns dos problemas. O mais grave, porém, estava nos baixos salários, trabalho feminino e até infantil. As horas trabalhadas passavam de 18 e muitos patrões submetiam seus empregos a verdadeiros castigos físicos. Os direitos trabalhistas não existiam e muita gente amargou tempos difíceis em todos os espaços de avanço da indústria.

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