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Aspirina

A aspirina é, sem qualquer dúvida, um dos remédios mais popularizados em todo o planeta, bem como seu princípio químico ativo AAS, ou ácido acetilsalicílico

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A aspirina é, sem qualquer dúvida, um dos remédios mais popularizados em todo o planeta – bem como seu princípio químico ativo AAS, ou ácido acetilsalicílico -,o que não o isenta também de ser um dos mais controversos.

Esse é um medicamento muito especial para o meio médico. Prova disso, é que, já a partir do início de sua comercialização, no ano de 1899, chamou a atenção para a grande diversidade de benefícios que poderia trazer ao usuário. Entretanto, logo em seguida, também começaram a ser apontados e ponderados os respectivos efeitos colaterais.  Por isso, desde então, mesmo com pessoas que adoram a aspirina em todos os lugares do mundo, há muitas discussões e opiniões muito diferentes sobre suas vantagens e desvantagens.

O sucesso do comprimido é à toda prova – dados oficiais dão conta de que sejam mais de 215 milhões de comprimidos de aspirina, consumidos ao redor do mundo, todos os dias – com o objetivo de curar dor de cabeça e febre, principalmente.

Há algum tempo, o corrente era dizer que todo homem deveria tomar uma aspirina, diariamente, a partir dos 40 anos. Hoje já se pode afirmar, com certeza, que isso não é uma verdade para todos, segundo especialistas em saúde.

Essa ideia veio a partir das propriedades positivas na prevenção de infarto e de acidentes vasculares cerebrais – popularmente chamados de AVC – que pode, em públicos que já tenham passado por um ataque cardíaco, minimizar riscos de um novo quadro em até 30%. Há, inclusive, novas correntes da medicina que afirmam que o AAS poderia diminuir a possibilidade de ocorrência de câncer.

Aspirina

Cuidados com a Aspirina

Mesmo com todas essas boas notícias, há que se ter cuidado ao ingerir tal medicamento. Em primeiro lugar, porque é, de fato, um remédio, e, como tal, só deve ser administrado sob orientação médica.

Além disso, pode causar desgaste do estômago, gerando, inclusive sangramentos – tanto da região gástrica, quanto nasal – além de enjoo, vômitos e alergia, em alguns casos. Além disso, existem estudiosos que são contra a ingestão prolongada de aspirina, ponderando que pode, em longo prazo, causar deterioração da retina, o que, por conseguinte, reduz a capacidade de visão. Contudo, esse estudo ainda não é conclusivo.

Para que seja tomada corretamente, o médico deve analisar o histórico de saúde da família e a individualidade biológica do paciente. Só a partir da reunião desses dados é que será possível verificar qual a posologia e o período de ingestão do remédio.

A composição da aspirina – cujo princípio ativo é o AAS – é obtida através de uma planta, chamada Spiraea ulmaria. Daí que, o nome aspirina foi criado, pelo químico Henrich Dreser, em 1899, na Alemanha:

  • “a” – acetil;
  • “spir” – Spiracea ulmaria;
  • “in” – terminação de palavra comum à época.

É importante destacar, ainda, quais os públicos que devem ter cuidado ao ingerir aspirina:

  • Grávidas que estiverem no começo ou no final da gestação;
  • Pessoas que apresentem alergia ao AAS, ou a analgésicos em geral;
  • Indivíduos que sofram de asma nos brônquios;
  • Pacientes que apresentam problemas nas funções hepática ou renal;
  • Pessoas que estejam contaminadas pela dengue.

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