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Autores e Obras

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DIREITO EM SÃO PAULO – Em 1891, vai para São Paulo, onde se matricula no curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco. Após concluir o curso, volta para Minas Gerais.

QUATORZE FILHOS – Em 20 de fevereiro de 1897, casa-se com a jovem Zenaide de Oliveira, com quem teve 14 filhos, dois dos quais se tornaram escritores: João Alphonsus e Alphonsus de Guimaraens Filho.

MARIANA – Em 1906, é nomeado juiz em Mariana, isolando-se ali até a morte em 15 de julho de 1921. Devido ao período que viveu em Mariana, ficou conhecido como “O Solitário de Mariana”.

POESIA RELIGIOSA – Apesar dos 14 filhos com Zenaide, o amor por Constança (a noiva morta) marcou profundamente sua poesia, impregnada de profunda religiosidade (era devoto da Virgem Maria).

OBRAS

1. Setenário das Dores de Nossa Senhora (poesias, 1899)

2. Câmara Ardente (poesias, 1899).

3. Dona Mística (poesias, 1899)

4. Kyriale (poesias, 1902)

5. Pauvre Lyre (poesias, 1921)

6. Pastoral aos crentes do Amor e da Morte (poesias, 1923)

AUGUSTO DOS ANJOS

NASCIMENTO E MORTE – Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos nasceu no engenho Pau-dArco, perto da Vila do Espírito Santo, Estado da Paraíba, em 20 de abril de 1884.

DIREITO – Em 1903, com 19 anos, ingressou na Faculdade de Direito do Recife, palco das apaixonantes discussões filosófico-científicas.

MORTE DO PAI – Em 1905, morreu o pai de Augusto dos Anjos, seu único professor de humanidades. A lembrança do pai morto será uma referência constante na sua poesia.

CASAMENTO E DEMISSÃO – Em 1910 (4 de julho), casou-se com D. Ester Fialho, sua conterrânea. Desaveio-se com o governador do Estado (João Machado) que lhe negou licença para ir ao Rio de Janeiro sem perder o cargo de professor do Liceu Paraibano.

PERDA DO FILHO – Em 1911 (2 de fevereiro) D. Ester perdeu o primeiro filho do casal: a criança morreu antes de nascer.

PRIMEIRO E ÚNICO LIVRO – Em 1912, Augusto dos Anjos publicou seu primeiro e único livro, o volume de poesias Eu. Foi uma edição particular, apenas 1000 exemplares, financiada pelo irmão Odilon. O livro foi recebido com grande impacto e estranheza por parte da crítica, que oscilou entre o entusiasmo e a repulsa. Nasceu a filha do poeta, Glória.

MORTE EM MINAS GERAIS – Em 1914 (primeiro de julho), Augusto foi nomeado diretor do grupo escolar Ribeiro Junqueira, em Leopoldina, Minas Gerais. Mudou-se para lá no mesmo mês, assumindo o cargo. Em outubro (31), foi acometido de forte gripe que, em doze dias, o arrastou para o cemitério (12 de novembro).

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