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Postado em 01/06/2012 11:02, atualizado em 07/08/2015 08:24

Alberto de Oliveira

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4Antônio Mariano Alberto de Oliveira foi carioca e importante literato brasileiro. Concluiu os estudos iniciais em rede escolar pública e, em 1884, terminou a faculdade de Farmácia. Também passou pela graduação de Medicina, espaço onde se relacionou com o escritor Olavo Bilac. Nenhum dos dois decidiu pela Medicina. Como farmacêutico, Alberto de Oliveira foi casado em 1889 e também teve um filho.

Em 1878 já havia publicado sua primeira obra, conhecida como “Canções Românticas” que na verdade era uma coletânea de poesias com temas parnasianos. Nos demais livros, o traço parnasiano ficou ainda mais evidente em Alberto de Oliveira que gostava de descrever e exaltar as formas da Antiguidade Clássica. Era um verdadeiro culto à arte.

Esteve participante da fundação da Academia Brasileira de Letras e também passou por cargos públicos. Amigo de Raimundo Correia e Olavo Bilac, compunha a tríade do Parnasianismo brasileiro. Além disso, colaborou com vários jornais cariocas: A Semana, Correio da Manhã, Tribuna de Petrópolis, Diário do Rio de Janeiro. Meridionais, publicação de 1884 é o marco parnasiano do autor, sendo ainda mais visível em “Sonetos e Poemas” de 1885.
Alberto de Oliveira morreu em Niterói, no ano de 1937.

O soneto “Vaso grego” ilustra bem o apego deste autor com a forma e a métrica rígida de suas produções.

(…)
“Depois… Mas o lavor da taça admira,
Toca-a, e, do ouvido aproximando-a às bordas
Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,

Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se essa a voz de Anacreonte fosse.”


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