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Quadrilha que fraudava vestibulares foi presa em Belo Horizonte

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Uma quadrilha com trinta e três pessoas foi presa na cidade de Belo Horizonte no último domingo, dia 23. As detenções foram realizadas dentro da Operação Hemostase II, que investigava envolvidos em supostos esquemas de fraude contra vestibular. De acordo com os responsáveis pela investigação, todos estão sendo acusados de vender resultados de diversos processos seletivos. A quadrilha também pode ter vendido resultados do ENEM.

Quadrilha que fraudava vestibulares foi presa em Belo Horizonte

A quadrilha orientava os estudantes que contratavam os seus serviços a utilizarem um ponto eletrônico durante as provas. A partir deste equipamento de comunicação eles repassavam as respostas para os estudantes assim que conseguiam acesso ao caderno de questões.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo tinha, entre os seus componentes, pessoas especialistas em diversas áreas do conhecimento e que trabalhavam resolvendo as questões e repassando as respostas para os estudantes que estavam dentro da sala durante as provas.

As informações preliminares que foram levantadas pelos investigadores, o grupo cobrava do candidato valores que iam de R$ 70 mil a R$ 200 mil, sendo que os valores mais altos eram destinados aos candidatos dos cursos de medicina das instituições mais concorridas.

Segundo a polícia, na casa de um dos suspeitos de ser o líder da quadrilha foram encontrados diversos materiais que serviriam de prova para o envolvimento dele no esquema de fraudes, como equipamentos de escuta que eram entregues aos candidatos, bem como computadores e documentos diversos. Também foram encontrados diversos cadernos de provas, incluindo do ENEM.

Resposta das instituições

Quadrilha que fraudava vestibulares foi presa em Belo Horizonte 2

Todos os candidatos que foram pegos em flagrante pela polícia durante o vestibular da Faculdade de Ciência Médicas de Belo Horizonte foram excluídos do processo seletivo e responderão na justiça por tentativa de fraude. Já o Inep afirma que ainda não tinha conhecimento da fraude contra o ENEM e que aguardava mais informações sobre o caso.

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