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Escolas da zona rural da Paraíba promovem rodízio de livros

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Os alunos de escolas públicas de três cidades que fazem parte da zona rural do estado da Paraíba comemoram os 18 anos de um projeto que incentiva a leitura e que poderia servir de exemplo para outros locais. O projeto Livro em Roda promove uma espécie de rodízio de livros entre as crianças das escolas.

Escolas da zona rural da Paraíba promovem rodízio de livros

A iniciativa incentiva a leitura tanto dentro das instituições de ensino quanto fora delas. Toda a semana uma equipe promove a troca de livros, levando eles de uma escola para as outras. Os professores promovem uma atividade com os estudantes onde existem momentos de leitura das histórias para os estudantes. Depois os alunos podem levar os livros para casa e quando acontece a devolução eles podem retirar uma nova história.

O projeto não é novo, visto que sua primeira edição aconteceu no ano de 1996, mas está comemorando o fato de ter conseguido atingir a “maioridade”, com 18 anos de vida. No início o projeto atendia somente 50 crianças e este ano conseguiu chegar em 32 escolas e três creches das cidades de Conde, Salgadinho e Assunção.

Preocupação com a alfabetização

Escolas da zona rural da Paraíba promovem rodízio de livros 2

O projeto foi criado com o objetivo de ajudar a região a atingir a meta do Plano Nacional de Educação, que prevê a alfabetização de todas as crianças no máximo até o terceiro ano do ensino fundamental. De acordo com os professores que dão aulas nas escolas da Região Rural, um dos grandes problemas enfrentados é o baixo estímulo a leitura que as crianças acabam tendo, o que é diferente nas cidades, por exemplo.

Com este projeto os professores acreditam que conseguem sempre manter a atenção das crianças focadas na leitura. Além disso, a preocupação da equipe não é criar apenas crianças que consigam entender as letras e formar algumas palavras, mas principalmente conseguir criar crianças que entendam o que estão lendo, diminuindo a quantidade de jovens que acabam sendo classificados como analfabetas funcionais.

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