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Verdades históricas que não ensinam nas escolas

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As aulas de História são sempre algumas das aulas mais divertidas e interessantes, especialmente por conta das discussões sobre fatos históricos e sobre os posicionamentos que muitos destes fatos podem despertar nos alunos.

Mas a grande verdade é que a História que é contada oficialmente nas salas de aulas não reflete totalmente a realidade como ela de fato se deu, e por este motivo, nas próximas linhas nós vamos contar algumas das verdades histórias que não ensinam nas escolas. Vamos ver quais são elas!

Anne Frank não mantinha um diário exclusivamente voltado para a perseguição nazista

Verdades históricas não ensinam nas escolas

Muito lembrada como um verdadeiro símbolo da perseguição aos judeus feita pelos nazistas nos tempos da Segunda Guerra Mundial na Alemanha, a jovem Anne Frank e o seu famoso diário entraram para a História.

Tanto é verdade que uma versão editada de seu diário é trabalhada em muitas escolas do mundo todo para ilustrar tudo que os judeus sofriam nos tempos da Alemanha nazista.

Mas o que pouca gente sabe é que um dos motivos que fez com que este diário da jovem judia tivesse de ser editado foi o grande interesse que ela nutria sobre suas partes íntimas, sobre menstruação e sobre masturbação.

Várias páginas de seu famoso diário foram dedicadas a estes temas, que despertavam grande curiosidade na menina, que aparentemente estava a descobrir seu corpo em sentidos mais amplos.

Bill Clinton não foi o primeiro

Muita gente se lembra do escândalo envolvendo o então presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton e sua estagiária, que praticou sexo oral com ele no Salão Oval da Casa Branca.

O caso extraconjugal quase tirou Bill Clinton do posto de presidente da nação mais poderosa do mundo e quase colocou fim em seu casamento com Hillary Clinton, horrorizando muita gente na época.

Pois a verdade é que este não foi o primeiro caso envolvendo a vida sexual de um presidente estadunidense, já que Warren Harding, que foi presidente dos Estados Unidos entre 1921 e 1923, mantinha uma relação extraconjugal com uma jovem de 15 anos.

A garota, chamada Carrie Phillips, recebia cartas e mais cartas de Harding, com descrições eróticas dos desejos dele em relação a ela, além de até referências ao seu próprio órgão genital, ao qual ele chamava de “Little Jerry”.

Verdades históricas que não ensinam nas escolas

Jean-Jacques Rousseau e seu desejo doentio por ser espancado

Conhecido no mundo todo por ser um dos ícones do que se entende por pensamento iluminista, sendo o autor de um livro libertário chamado justamente de “Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens”, Jean-Jacques Rousseau também nutria certos desejos no mínimo inusitados.

Em sua autobiografia chamada objetivamente de “Confissões”, o pensador deixa claro que gostava de sexo violento, e que apreciava levar tapas e socos durante o ato sexual.

No entanto, o que mais espanta é a aparente tara de Rousseau por ser espancado publicamente, o que fez com que ele adquirisse o (péssimo) hábito de abaixar as calcas em público e correr atrás de mulheres para forçar algum tipo de linchamento contra ele.

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