Segunda Guerra Púnica

A Segunda Guerra Púnica ocorreu entre 218 e 201 a.C., onde os cartagineses resolveram aumentar seus domínios na península Ibérica com a liderança de Amílcar Barca. Conquistaram a Espanha e habitaram nas minas de Sierra Morena, onde conseguiram recursos para ajustar as dívidas de guerra. 

Romanos e cartagineses limitaram suas áreas em um tratado assinado em 226a.C, onde estava situada a cidade de Sagunto, aliada de Roma. Com a morte de Asdrúbal, Aníbal tornou-se comandantes dos cartagineses na Espanha e em 219a.C conquistou Sagunto. Os romanos fizeram questão da restituição da cidade e a libertação do comandante militar, mas Catargo preferiu combater. 

Diante a superioridade dos romanos no mar, Aníbal que levou a guerra até Itália, guiou suas tropas por terra, através da Espanha e da Gália. Foi um percurso que levou seis meses para ser concluído, havia cinqüenta mil soldados, nove mil cavaleiros e 37 elefantes. 

Aníbal chegou a Tessino em 218a.C. e derrotou Cornélio Cipião, no ano posterior, as tropas cartaginesas tiveram novamente uma vitória contra as forças lideradas pelo cônsul C. Flamingo que ficou sem 15.000 homens.
Quinto Fábio Máximo foi escolhido pelos romanos, para recrutar um novo exército e começou uma ágil guerra de desgaste contra as tropas de Catargo. Na batalha, de 216a.C, Roma teve a sua maior derrota da história e perdeu cinqüenta mil homens.

 A última batalha foi travada em 202a.C, os cartagineses perderam e tiveram que aceitar por obrigação, as condições impostas por Roma. Escondido na Síria e na Bitínia, Aníbal preferiu se suicidar para não ser entregue aos Romanos.


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