A maior parte das pessoas daquela época vivia nos campos.
As cidades eram poucas, tinham poucos habitantes, e suas moradias eram bem simples e pobres.
Os moradores dos engenhos
Os moradores do engenho nunca saiam de lá, pois muitos produtos necessários para a sobrevivência eram fabricados no próprio engenho,
como tecidos de algodão para os escravos, combustível para as lamparinas, panelas de barro, rede, vassouras, sabão, farinha de milho e de mandioca.
A população de origem africana
A maior parte da população colonial era negra ou mulata.
Os poucos homens brancos eram principalmente senhores do engenho, comerciantes, pequenos lavradores, funcionários públicos padres e advogados.
A religião dos engenhos
Os portugueses procuravam preservar sua religião, que era católica.
Nos engenhos mais ricos, foram construídas capelas para as cerimônias religiosas.
Algumas delas funcionavam no interior da casa-grande. Outras foram construídas num terreno elevado, próximo à casa-grande.
Nas capelas, um padre residente ou vindo de fora realizava missas, casamentos, batizados e ensinava a religião católica para as crianças do engenho.
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