Alemanha
Capital: Berlin
Área: 356.755 Km2
Língua: Alemão
Moeda: DM (Deutschmark)
População: 78.000.000 Hab.
A melhor maneira de economizar é comprar em supermercados em especial nas redes Aldi, Plus e Penny Market. Os restaurantes italianos também costumam ser fartos e baratos. O sistema ferroviário da Alemanha é um dos melhores do mundo com os seus trens ICE (Inter city Express).
Além de serem rápidos, são modernos, limpos, pontuais e confortáveis. No inverno, a Alemanha é um dos países mais frios da Europa podendo a temperatura chegar a -10ºC, por isso procure obter informações de pessoas que estão viajando pelo Interior, pois caso tenha necessidade, terá que mudar o seu roteiro. É um país muito bom para comer e você não irá pagar um preço caro por este prazer.
Na Alemanha você percebe muito bem o que significa um país rico. Nos Pub’s Alemães irá encontrar muita diversão com as músicas típicas tomando muita cerveja. Uma opção para viajar pela Alemanha é o Ticket German Railpass que você pode viajar de 2ª classe, que não há diferença neste país, 5 dias em 1 mês por 170 dólares se você tiver menos de 26 anos irá pagar 130 dólares, 10 dias custa 268 dólares se tiver menos que 26 anos irá pagar 178 dólares.
O transporte de ônibus até as estações de trem muitas vezes são gratuitos para quem estiver com o Eurailpass. O país possui 620 Albergues sendo o que possui maior quantidade no mundo, por isso há ótimas opções de acomodações.
O Ticket Tramper-Monats serve para 1 mês, limitado na 2ª classe exceto no sistema ICE, é necessário ter menos de 23 anos ou estudante até 27 anos de idade, o passe custa 230 dólares. O Banhcard é para estudante até 27 anos e é válido por 1 ano proporcionando 50% de desconto nas passagem por 73 dólares. Há 250 estações de trem e aproximadamente uma locadora de bicicleta em cada uma, que cobram em torno 6 dólares por dia. Há 2600 camping no País. Os hotéis são caros por isso é bom aplicar alguns Day-train em cidades próximas. A maioria dos museus são gratuitos aos Domingos principalmente em Berlin. Nos restaurantes uma ótima opção é pedir o Tageskarte (cardápio do dia) que são fartos e com um preço bem acessível. Experimente as deliciosas Wursts (lingüiça) acompanhando de uma autêntica cerveja Alemã.
Antes da Segunda Guerra Mundial, o povo alemão estava unido num único Estado: a Alemanha. Ao término do conflito, o país, derrotado, foi ocupado pelos vencedores e divido em dois Estados: a República Federal da Alemanha - alinhada com o Ocidente -, a oeste, e a República Democrática Alemã - alinhada com os países socialistas, a leste. Após mais de 40 anos, em 1990, as duas Alemanhas foram reunificadas, formando uma nova entidade política e social.
Um país com duas faces
Nos anos que se seguiram ao fim da guerra, os Estados Unidos destinaram bilhões de dólares para que, em pouco tempo, a economia da Alemanha Ocidental fosse reerguida. A intenção dos EUA era colocar o país em condições de se opor à expansão econômica soviética na Europa. Para a rápida recuperação da indústria alemã contribuiu também uma política de “trabalho rígido”, que permitia a produção de capitais para investimentos.
Outra imporianie ajuda à Alemanha Federal veio da disponibilidade de milhões de indivíduos, que muitas vezes trabalhavam em turnos penosos e com baixos salários: eram refugiados procedentes do setor soviético e imigrantes vindos da Itália, Espanha, Iugoslávia, Grécia e Turquia. Assim, em 1957, quando a República Federal entrou para a Comunidade Econômica Européia (CEE), já havia alcançado um lugar de destaque no continente; nos anos 70 e 80 o país se tornou, juntamente com os EUA e o Japão, um dos líderes da economia mundial.
Também na República Democrática foi feito um notável esforço para reconstrução social e econômica do país. Enquanto, porém, a República Federal recebia significativas ajudas econômicas dos Estados Unidos, A República Democrática era obrigada a pagar enormes indenizações de guerra aos soviéticos. Além disso, naqueles primeiros anos após a guerra, a RDA teve de acolher milhões de lavradores e operários oriundos dos territórios alemães que haviam passado para a Polônia. E mais: perdeu milhares de técnicos, especialistas e intelectuais que fugiram para a Alemanha Ocidental. Sobre os escombros deixados pela guerra surgiram setores industriais antes inexistentes, como o químico e o siderúrgico. Em trinta anos a RDA se tornou o país mais desenvolvido do Leste europeu. Todavia, sempre existiram profundas diferenças entre as duas economias, motivo pelo qual o processo de integração foi lento e difícil.
Relevo e Geologia
Do ponto de vista do relevo, o território alemão faz parte de um conjunto mais amplo que se estende por toda a área centro-européia. De fato, não existem fronteiras naturais bem diferenciadas com os países vizinhos, a não ser na parte meridional. São três as regiões naturais em que se divide o território: a planície setentrional, a região dos maciços centrais e a área alpina.
Planície setentrional. A região norte, parte da planície setentrional européia, compreende os Länder de Schleswig-Holstein, Mecklenburgo e Baixa Saxônia; os pequenos estados de Bremen e Hamburgo; a parte norte-ocidental da Renânia do Norte-Vestfália; e a parte setentrional da Saxônia-Anhalt e Brandenburgo. Essa planície se formou em decorrência da erosão e da sedimentação derivadas das glaciações quaternárias. De grande importância agrícola e mineira (especialmente por seu gás natural), essa região caracteriza-se por acidentes que rompem a monotonia da planície.
Clima
Como toda a região centro-européia, a Alemanha tem clima de transição entre o atlântico (temperaturas suaves, chuvas abundantes e regulares) e o continental (temperaturas baixas no inverno e menos umidade), este último próprio da Europa oriental. O caráter temperado do clima se observa numa amplitude térmica relativamente limitada: a temperatura média oscila entre 20o C em julho e 0o C em janeiro. Contudo, a continentalidade se manifesta na queda gradual das temperaturas médias em direção ao leste e também no sul, no planalto bávaro, onde os invernos são rigorosos.
As precipitações procedem das massas de ar atlântico que penetram pelo oeste e pelo noroeste. Embora o nível de chuvas seja regular ao longo do ano, a influência do anticiclone continental (zona de alta pressão atmosférica) durante o inverno determina uma menor quantidade de precipitações nessa estação. Apesar da relativa homogeneidade climática do território, é possível distinguir certa variação de oeste para leste e de norte para sul, com precipitações maiores nos litorais setentrionais e nas regiões ocidentais; e condições climáticas temperadas no centro, bem como progressivo esfriamento no sul e no sudeste, em conseqüência da altitude e da continentalidade.
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