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A vida religiosa e o politeísmo

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A vida religiosa e o politeísmo


Deuses, Hórus Osíris e Ísis

Os povos egípcios tinham as suas angústias contentadas pelos deuses existentes na religião oriental, uma vez que seus desejos eram atendidos, e seus medos mais particulares eram afastados.
 
A religiosidade no Egito, bem como em toda a Antigüidade, era politeísta, havendo uma grande variedade de deuses, protetores das plantas, das colheitas, da água, da chuva, e dos pescadores. Os rituais em oferendas aos deuses, para a obtenção de graças, eram realizados através de incensos e até mesmo com sacrifício de homens e animais. 

O Mito de Osíris pode elucidar perfeitamente a religiosidade egípcia, uma vez que esses povos determinaram que os túmulos e templos deveriam ser erigidos em consagração à morte e à vida futura. 

Amon-Ra era o deus egípcio mais importante, simbolizado pelo Sol, ele detinha o poder sacerdotal. 
Era muito comum o cuidado dos egípcios com o futuro da vida, bem como a atenção constante com 
os mortos como exemplo as cerimônias fúnebres onde eram realizadas oferendas com incensos e alimentos.

Após a morte era feito um julgamento, no qual o deus Osíris colocava o coração do indivíduo sobre uma balança, julgando todos os seus atos. Os indivíduos bons e justos seriam absolvidos e recompensados com a reincorporação. 

                   
             Deus Amon-Ra              


O tribunal de Osíris no Julgamento Final

Vejamos um trecho de absolvimento, do Livro dos Mortos, no tribunal de Osíris:

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