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O que torna o educador um bom professor?

Ser educador é lidar com uma série de dificuldades inerentes a essa profissão. Então, quais são os três pontos que tornam um educador em um bom professor?

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Ser educador é lidar, constantemente, com uma série de dificuldades inerentes a essa profissão. Por um lado, problemas de cunho social, que emergem do convívio em sala de aula, ou mesmo a falta de infraestrutura, que é preponderante no ensino público brasileiro, ou, até mesmo, a própria questão dos salários baixos e falta de vontade política em melhorar a situação desses servidores públicos, da mais alta importância para que qualquer país sério possa se considerar, de fato, desenvolvido.

Mesmo com todas essas questões delicadas, em toda instituição de ensino há, ao menos um profissional, que poderia ser chamado de fato de professor, com todas as letras, uma vez que marcam profundamente a vida de seus alunos, que lembrarão para sempre de seus ensinamentos, que farão parte da formação, não só educacional, mas individual, como valor moral transmitido. A respeito desses profissionais, fica a pergunta: o que os torna tão relevantes e especiais?

3 pontos fundamentais de um bom educador

O que torna o educador um bom professor

Conhecimento

Uma das principais características de um profissional de educação, por excelência, é o domínio de determinados conhecimentos. Assim, um professor de língua portuguesa necessita conhecer classes gramaticais, análise sintática e assim por diante, em todas as outras áreas do conhecimento.

Portanto, nesse aspecto, há uma ligação entre conhecimento e o ato de ensinagem. Entretanto, será que um profissional, apenas por reunir títulos de mestrado e doutorado, já é naturalmente qualificada para se tornar um grande professor? Evidentemente, a resposta é não.

Habilidades

De modo que, alguém que seja verdadeiramente um educador precisa ser dotado, ou desenvolver, ao longo do exercício da carreira no magistério, habilidades específicas para a profissão, como, por exemplo:

  • boa oratória;
  • boa capacidade de comunicação;
  • clareza de raciocínio;
  • tranquilidade, para lidar com todos os desafios, nos mais diversos segmentos e faixas de idade, entre muitas outras.

O grande Paulo Freire, em uma de suas obras, realça as características as quais, a seu ver, um professor deve apresentar. Uma das grandes lições que podemos tirar de todas as valiosas opiniões desse grande mestre é que, mais do que habilidades intelectuais, a prática fará com que um educador possa ser chamado de professor.

Atitudes

Em terceiro lugar, mesmo que a pessoa tenha grandes conhecimentos e habilidades, à primeira vista, talhadas para a profissão, mas suas atitudes no dia a dia não contribuem para que se destaque favoravelmente. Ações como a falta de preocupação com as dificuldades de seus alunos, e a indisposição para enfrentar dificuldades dentro e fora de sala de aula são reveladoras da inclinação íntima do profissional, e vemos o quanto esse educador está, de fato, envolvido com tudo o que é importante para sua profissão.

Da reunião de todos esses elementos, emerge justamente um grande professor. Por isso, as faculdades de educação e de formação de professores precisam estar atentas a esse novo horizonte de expectativa que aguarda os alunos e começar a trabalhar por uma formação mais holística, que misture conhecimentos intelectuais e vivência. Apenas com essa combinação,um profissional da educação consegue movimentar seu trabalho, influenciar as mentes dos alunos, fazer com que os pais conheçam a mensagem e os conteúdos apresentados pelo professor. Com esse processo, acaba-se mudando toda uma sociedade, pois a propaganda boca a boca é que acaba fazendo com que uma verdadeira aula de um professor marque a vida de seu aluno. E isso, certamente, não há dinheiro capaz de pagar.

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