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Dissertação objetiva e subjetiva

2A dissertação é um tipo de texto em que devem predominar os bons argumentos. Uma excelente dissertação vai ganhar o leitor porque usou de boas teses, ideias que foram apresentadas e bem fundamentadas. Neste sentido, para fundamentar bem um elemento de discurso, também se deve pensar no elemento da objetividade. A linguagem dissertativa pede objetividade, deve ter clareza, precisão e coerência. Acaba incorporando tons universais, pois vai eliminar quaisquer possibilidades de envolvimento pessoal por parte de quem está escrevendo.

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Muitos alunos e candidatos acabam se perdendo neste aspecto. Há dúvida até mesmo quanto ao caráter do texto dissertativo ser apresentado em prosa. É interessante ressaltar que tais confusões fazem com que muitos candidatos cometam erros básicos durante os vestibulares e concursos. Muitos apresentam uma conversa, uma descrição, uma narração. Fogem do que é objetivo e claro na compreensão da dissertação.

Daí a importância de conhecer todos os tipos de redação, as especificidades em cada tipo e também estar atento às dicas. Afinal, não é só bom conteúdo, leitura e boa escrita. Precisa-se, ainda, de conhecimento das regras da redação.

Objetiva X Subjetiva

1Vamos ser bem objetivos na diferenciação entre dissertação objetiva e subjetiva.

Dissertação objetiva: o assunto é apresentado de modo impessoal. A linguagem denotativa vai exercer predomínio. A razão será utilizada do início ao fim da compreensão das ideias.

Dissertação subjetiva: quando apresentamos um tema de modo mais introspectivo, quando nosso objetivo também é o de provocar emoções nos leitores. Nesse caso, também é permitida a linguagem conotativa.

Na redação subjetiva, ocorrem intenções que já foram discutidas anteriormente. Dessa forma, os interlocutores estarão sendo convencidos de algum ponto que é defendido pelo autor do texto. É possível perceber, neste tipo de texto, o cunho mais pessoal, com elementos de subjetividade. O sentimento, a emoção podem aparecer e os emissores poderão usar o verbo na primeira pessoa do singular. Até mesmo os discursos, por várias vezes marcado por traços pessoais de cada, já revelará elementos de conotação.

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