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Tripofobia: você também tem?

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Atualmente, há um exagero por parte da medicina de um modo geral em relação aos transtornos, sendo que como resultado disto, há cada vez mais pessoas que são diagnosticadas com algum destes transtornos e que antigamente não seriam enquadradas em nenhum.

Com isto, também há exagero por parte das pessoas em geral, que começam a glamourizar este tipo de situação, buscando ter elas também o seu transtorno para mostrar para os outros, numa reação no mínimo estúpida de quem simplesmente não conhece como transtornos podem ser complicados e perigosos.

Nesta linha de transtornos curiosos, podemos apresentar o transtorno conhecido como tripofobia, que afeta milhares de pessoas ao redor do mundo e que nós vamos conhecer melhor nas próximas linhas, para que você consiga descobrir se você tem ou não este transtorno.

O que é?

Tripofobia você também tem

Antes de qualquer coisa, vamos procurar descobrir o que vem a ser a tripofobia, pois ela nada mais é do que uma aversão patológica de qualquer objeto que apresente padrões irregulares de furos.

Na natureza especialmente, nós podemos nos deparar com alguns bons exemplos destes objetos, que mostram como pode ser difícil para pessoas que sofrem deste transtorno viver uma vida normal: colmeias, sementes de lótus ou formigueiros, entre outros.

Sem reconhecimento

A tripofobia, apesar de ter milhares de pessoas ao redor do mundo se declarando como alguém que sofre deste transtorno, não é uma doença que possui reconhecimento do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria.

Além de não ser reconhecida por este importante órgão dos Estados Unidos, a tripofobia também não é reconhecida pela literatura médica e científica, o que faz dela uma doença um tanto negligenciada.

Tripofobia

Investigações

Muito do preconceito e da falta de reconhecimento em torno da tripofobia se dá ao fato de que poucas pesquisas tenham sido realizadas ao longo dos anos, o que limita a capacidade de observação que pode determinar se há um padrão comportamental a ser estudado, por exemplo.

Além disto, as pesquisas mais conhecidas sobre a tripofobia foram realizadas recentemente, e por apenas dois pesquisadores, Arnold Wilkins e Geoff Cole.

Aliás, estes dois se declaram como sendo os primeiros pesquisadores a trabalhar de modo sério nas pesquisas em torno da tripofobia e de seus possíveis sintomas.

E para aumentar a desconfiança sobre a tripofobia por parte da comunidade médica e científica, as conclusões da dupla de pesquisadores sugere que as origens do transtorno tenha relação com fatores culturais.

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