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Origem dos feriados

Que o brasileiro adora um feriado, isso não se discute. Mas será que o brasileiro sabe de onde vem essa prática? Confira a origem dos feriados!

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Que o brasileiro adora um feriado, isso não se discute. Mas será que o brasileiro sabe de onde vem essa prática de interromper as atividades em determinados dias?

Quando iniciamos com a prática de criar feriados específicos para que as pessoas pudessem ficar em casa? Essas perguntas serão respondidas a seguir, e desse modo, você, que é fã dos feriados, poderá agradecer a quem os inventou.

Pois os feriados, hoje prática tão comum em qualquer sociedade desenvolvida, datam da Antiguidade, quando eram sempre relacionados às praticas religiosas.

As comemorações tinham sempre alguma conotação com algum deus, e eram de um dia, de dois ou até mesmo de uma semana inteira, quando eram celebrados festivais com diversas atividades esportivas e culturais em homenagem à divindade em questão.

Essa pratica ganhou força tanto na Grécia antiga quanto na civilização Romana, onde eram comuns feriados para celebrar divindades praticamente todas as semanas.

Durante muito tempo os feriados sempre estiveram relacionados com as praticas religiosas, e por este motivo, eram sempre ligados à fé das pessoas.

Isso só mudaria com a Revolução Francesa, que em fins do século XVIII, quebrou o modelo vigente e instituiu o primeiro feriado de natureza civil da História: o 14 de julho, que celebra a Tomada da Bastilha, fato importante e determinante para a Revolução.

Porém, isso, no entanto não se configurou no fim do modelo de feriados de cunho religioso. E também não significou o inicio de uma saraivada de feriados civis pelo mundo afora.

Origem dos Feriados

O fato é que os feriados de natureza civil passaram a ganhar espaço gradativamente nos países ocidentais, especialmente no decorrer do século XX, com a criação de datas para comemorar vitórias em batalhas ou acontecimentos ligados às figuras públicas ou eventos políticos, sem qualquer conotação religiosa.

E isso não significou que gradativamente os feriados de cunho religioso foram sendo abandonados ou não foram mais criados. Esses passaram a dividir espaço com outros tipos de feriados, fazendo com que um número cada vez maior de datas comemorativas surgisse pelo mundo afora.

Os feriados podem ser de 4 tipos: nacionais, estaduais, municipais e internacionais. Sendo que isso depende de qual esfera de governo o criou. Se for por intermédio de uma lei federal, no caso do Brasil, isso significará um feriado nacional, que abrangerá todo o território brasileiro. Um bom exemplo é o 7 de setembro, que é o dia da Independência do Brasil. Se for de natureza estadual, significa que sua criação se deu através de uma lei sancionada pelo governo estadual, e sua validade é apenas para o Estado da Federação em questão. Um exemplo é o 9 de julho, que é o dia da Revolução Constitucionalista de 1932, comemorado apenas no Estado de São Paulo. Se o feriado for de origem municipal, significa que ele é fruto de uma lei municipal e que tem validade apenas dentro do município. Um bom exemplo é o 25 de janeiro, que é o aniversário de fundação de São Paulo, e que por este motivo, é um feriado apenas válido para a capital paulista.

Os feriados internacionais são fruto de convenções feitas, seja pelas Nações Unidas, seja por convenções anteriores à sua criação. Eles são válidos para todos os países que assinaram o decreto que o institui. Um bom exemplo é o dia 1º de janeiro, que é o Dia da Confraternização Universal e também o Dia Mundial da Paz. Este é um feriado que atinge o mundo todo.

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