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Estudo diz que adultos pegam gripe apenas 2 vezes por década

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Todo mundo já ficou gripado ao menos algumas vezes durante a vida, não é mesmo? Mas a verdade é que normalmente, não sabemos ao certo quantas vezes de fato pegamos uma gripe forte na vida.

Segundo um estudo que foi feito por pesquisadores e que foi publicado na revista PLOS Biology, é possível determinar que em média, os adultos não pegam gripe mais do que 2 vezes por década.

Adultos com mais de 30 anos

Estudo diz que adultos pegam gripe apenas 2 vezes por década

O estudo feito pelos pesquisadores que publicaram na revista PLOS Biology indica que adultos com mais de 30 anos pegam gripe apenas 2 vezes por década, com uma leve variação para cima ou para baixo.

Como a gripe pode ser trazida por diversos agentes patógenos, o estudo conclui que é difícil conseguir determinar quais os motivos que levam pessoas a serem infectadas por vírus de gripe.

Como normalmente nossos antivírus apresentam proteção para tipos de gripe que eles já viram antes, isso explicaria o aumento da resistência e a diminuição da incidência dos casos em que a pessoa fica gripada depois dos 30 anos.

No entanto, como também os vírus estão sempre em constante mutação, há situações em que o organismo simplesmente não consegue se defender de certos tipos de gripe.

Diminuição gradual ao longo dos anos

O estudo publicado também indicou que há uma diminuição gradual ao longo dos anos na frequência com que os casos de gripe surgem na vida de uma pessoa, já que eles estudaram indivíduos em diversas fases da vida para concluir isto.

Com isto, ficou possível entender que crianças costumam ficar gripadas a cada 2 anos, e que esta frequência vai diminuindo com o passar dos anos, até que depois dos 30 anos, ela chega ao número de apenas 2, em média, por década.

Estudo adultos pegam gripe apenas 2 vezes por década

Conclusões

Como sempre ocorre com este tipo de estudo, sempre há conclusões importantes, e a principal indica que será possível compreender como a imunidade da população pode afetar a evolução de um vírus de gripe, por exemplo.

Aliás, poderá ser possível com a evolução nas observações, realizar previsões sobre o comportamento dos vírus de gripe, conseguindo, entre outras coisas, identificar se eles apresentarão mudanças no futuro.

Vacinas também poderão mudar para a melhor por conta deste estudo importantíssimo que foi feito por este grupo de pesquisadores e que foi publicado nesta importa revista de ciência.

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