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Escola de Tempo Integral

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O programa escola de tempo integral é uma iniciativa da secretaria de educação de São Paulo e tem como objetivo ampliar o ensino e qualificar a educação, além de tirar as crianças da rua e promover atividades para seu crescimento.

O programa foi implantado em 2012 com a participação de mais de 16 escolas do Ensino Médio, e em 2013 será expandido para mais 53 unidades incluindo alunos do ensino fundamental e médio. A gratificação dos professores passará de 50% para 75% em cima do salário do professor.

Segundo alguns professores, a ação já tem apresentado melhoras no desenvolvimento e aprendizado do aluno, além de ter sido aprovado pelos estudantes, pais e pela comunidade.

Adesão das escolas ao Programa de Ensino Integral

A adesão voluntária das escolas para serem incluídas no modelo de ensino integral foi feita a partir do conhecimento das características e exigências do Programa e após a discussão e homologação pelo Conselho de Escola, conforme previsto nas Normas Regimentais.

Uma vez que a escola aderiu ao Ensino Integral, a participação dos profissionais da unidade é voluntária. Estes podem permanecer e atuar na escola sob o novo modelo desde que estejam dispostos a trabalhar em Regime de Dedicação Plena e Integral e desempenhar o novo conjunto de atribuições. Esses requisitos são essenciais para o efetivo funcionamento do projeto.

Segundo o ministério da educação, os principais objetivos do programa são:

  • Manter os estudantes com atividades, no instante em que os pais estão buscando o sustento da família no mundo do trabalho;
  • Educar os alunos para o pleno exercício da cidadania, orientando-os para a vida;
  • Criar hábitos de estudos, aprofundando os conteúdos vivenciados no turno regular;
  • Vincular as atividades pedagógicas às rotinas diárias de alimentação, higiene, recreação e estudos complementares;
  • Orientar, com auxílio de profissional competente, pais e educandos da importância de cultivar bons hábitos alimentares e de higiene;
  • Suprir a falta de opções oferecidas pelos pais no campo social, cultural, esportivo e tecnológico;
  • Desenvolver as habilidades do educando desde o cultivo da terra à eletrônica, levando em consideração sua origem ou procedência, bem como suas tendências e habilidades;
  • Possibilitar aos estudantes, oriundos de famílias de baixa renda, ambiente adequado e assistência necessária para a realização de suas tarefas;
  • Incentivar a participação responsável da comunidade, buscando, através do seu engajamento no processo educacional, diminuir as desigualdades sociais e, conseqüentemente, reduzir os altos índices de violência;
  • Promover ampliação e humanização do espaço da sala de aula;
  • Adaptar à realidade econômica de cada região com a diversificação de culturas, visando à transformação qualitativa das estruturas produtivas já existentes;

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