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Os movimentos nativistas

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Os movimentos nativistas

No século XVII os movimentos nativistas brasileiros, começaram logo após a campanha pela expulsão dos invasores holandeses. Foi quando em Pernambuco começou formar uma sensação de que a própria colônia conseguiria administrar seus próprios destinos, até por que foi praticamente sozinha conseguiram expulsar os componentes da companhia das índias.

A conjuração de nosso Pai ou revolta contra Mendonça Furtado foi um dos primeiro movimentos que aconteceram no Brasil colônia, mais precisamente em Recife e Olinda. Foram claramente se tornando movimentos emancipacionistas, assim um sentimento de brasilidade crescia, ganhando também participantes políticos.

Um novo Rei de São Paulo? Nascido em 1584 Amador Bueno de Ribeira, Filho de Bartolomeu Bueno carpinteiro da Ribeira de Sevilha, que era chamado de o Sevilhano, por ter nascido em Sevilha. Amador Bueno se tornou capitão-mor e ouvidor da capitania de São Vicente em 1627.

Em 1641 foi aclamado rei em São Paulo. Recusando a honra e com uma espada desembainhada, deu vivias leal feudatário, ao rei de Portugal, por que a monarquia estava se restaurando em Portugal depois de setenta anos de União Ibérica.

Sendo assim Amador foi ameaçado de desacata, então buscou refugio no mosteiro Beneditino, onde pediu a mediação do abade e seus monges.

A revolta contra os Governantes:

A revolta de 1660 ou como chamamos de revolta contra os governantes, foi um acontecimento muito importante para a história do Brasil colonial. Com mais uma nova taxa, a população começou a ficar descontente com o governo, assim começaram a se recusar a pagar. Eram comandados por Jerônimo Barbalhos Bezerra.

A sociedade conseguiu fazer com que Tomé Correa se submetesse as suas condições. Mas logo em oito de novembro os revoltosos chamaram a população, para que conseguissem fazer uma reunião no senado. Logo em fevereiro de 1661, João Barbalho assumiu a cidade.

O Bequimão:

A revolta começou em 24 de fevereiro de 1684, durante a festividade de Nosso Senhor dos Passos. Chamamos também de revolta de Beckmen por que foi liderada pelos irmãos Tomé e Manuel Beckman, que eram senhores de engenho, Jorge de Sampaio os ajudou na revolta.

Com os privilégios que os jesuítas possuíam, os comerciantes, proprietários e religiosos que estavam insatisfeitos formou um grupo que vai de sessenta a oitenta homens, que mobilizaram -se e assaltaram os armazéns da companhia.

A guerra dos Emboabas:

Em meados do século XVII, em pleno período colonial, alguns paulistas que moravam no na capitânia de São Vicente encontraram ouro na região do sertão. Muitos garimpeiros e alguns portugueses foram para essas regiões, também em busca de ouro.

Porém os Paulistas acreditavam que tinham bem mais direitos que os outros, pelo fato de terem descobertos primeiro o ouro, até pelo grande fato de o os metais preciosos como chamavam, se encontravam nas terras em que viviam.

Os emboabas formavam suas comunidades, mas destro da região onde os paulistas moravam, mas faziam isso para que pudessem vigiar todos os passos dos paulistas que por sua vez eram comandados pelo Bandeirante Manuel de Borba Gato, mas quem era o chefe dos emboabas era Manuel Nunes Viana, que era português. Viviam em rivalidade, muitas situações acaram por abalar as relações entre os dois grupos.

Foi então quando os emboabas começaram a reduzir o espaço dos paulista apenas nas regiões do Rio das Mortes, então o Manuel Nunes Viana, foi proclamado governador. Mas os emboabas tiveram um grande êxito contra os paulistas, então Manuel Nunes, foi considerado como supremo ditador de Minas Gerais, mas o governador do Rio de Janeiro pediu sua retirada para o rio de São Francisco.

Agora os Paulistas queriam se vingar do massacre de Capão de Traição, mas sob as ordens de Amador Bueno da Veiga, formaram um exército. A paz voltou quando criaram uma nova capitania de São Paulo, mas a batalha durou apenas uma semana.

A Revolta de Vila Rica:

A revolta de Vila Rica ou revolta de Felipe dos Santos, aconteceu em regiões mineradoras em 1720, também pelo fiscalismo abusivo que o governo português insistia em implementar, acabava aumentando assim os impostos.

Os trabalhadores lutavam por seus direitos e brigavam para uma redução nos impostos, reivindicavam também pelo fim do monopólio português e pelo fim das casas de fundição.

A Guerra dos Mascates:

As hostilidades começaram em Vitória de Santo Antão, foram comandadas pelo Capitão – mor Pedro Ribeiro.

O contra- ataque dos mascates acontece em 1711, quando invadiram Olinda houve uma grande destruição, nas vilas e nos engenhos por toda a região.

Em meados de 1709, foi inaugurado o Pelourinho e também o prédio da câmara municipal, essas inaugurações aconteceu logo após receberem a Carta Régia e foi também quando o povoado se transformou em vila.

A burguesia mercantil teve um grande apoio de toda a metrópole, o Recife conseguiu manter sua autonomia, porque nessa época através da nomeação de um novo governador a atuação de tropas que foram enviadas da Bahia, colocaram um ponto final na guerra.

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