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Adaptação divergente

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adaptação divergente ou Irradiação adaptativa – As adaptações divergentes são processos realizados por espécies próximas que vivem em meios ambientes diferentes, o que leva à formação de formas extremamente distintas.

Especiação – A especiação é o processo de formação de novas espécies; obedece aos seguintes estágios:

1.° Uma população A vive em um ambiente homogêneo.

2.° Uma modificação ambiental provoca a migração da população para ambientes diferentes. Assim, a população A divide-se em A1 e A2, que migram para ambientes diferentes.

3.° Isoladas geograficamente e submetidas a pressões seletivas diferentes, tais populações passam a constituir raças geográficas ou subespécies.

4.° Com o passar do tempo, aumenta a diferenciação genética entre A1 e A2, provocando isolamento reprodutivo.

5.° As raças A1 e A2 voltam a se reunir na mesma região, mas, devido ao isolamento reprodutivo, elas não se misturam. A1 e A2 são reconhecidas como espécies distintas.

Mecanismos de isolamento reprodutivo

1. Pré-zigóticos – Impedem o contato sexual entre as espécies, logo não há união de gametas.

Habitacional – Espécies localizam-se em hábitats diferentes.

Sazonal – Espécies possuem períodos reprodutivos em diferentes estações do ano.

Etológico – diferenças de comportamento impedem os rituais de acasalamento.

Mecânico – Diferenças estruturais nos órgãos reprodutores impedem a fecundação.

2. Pós-zigóticos – O zigoto é formado, mas os híbridos perdem ou reduzem a fertilidade ou viabilidade de seus descendentes.

Inviabilidade do híbrido – O híbrido é abortado ou nasce com anomalias e morre.

Esterilidade do híbrido – O híbrido nasce estéril.

Deterioração de F2 – O híbridos de F1 são normais, mas seus descendentes F2 são fracos ou estéreis.

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