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Paulo Mendes Campos

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Cronista e poeta brasileiro nascido em Belo Horizonte, MG, em cuja obra destacou-se pela simplicidade com tratou temas como o mar, a vida carioca, conversas de bar e futebol etc. 

Seu interesse pela literatura se manifestou muito cedo e, ainda em Minas Gerais, estudou direito, veterinária e odontologia, e chegou a cursar, em Porto Alegre, RS, a Escola Preparatória de Cadetes. De volta a Belo Horizonte (1939), iniciou-se no jornalismo, no Diário de Minas.

Depois da guerra (1945) mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou no Instituto Nacional do Livro e foi diretor da seção de obras raras da Biblioteca Nacional. Escreveu suas primeiras crônicas no Diário Carioca e manteve por muitos anos, na revista Manchete, uma coluna semanal. 

Seu primeiro livro de poemas foi A palavra escrita (1951), mas o sucesso na poesia só veio com O domingo azul do mar (1958). 

Seu primeiro livro de crônicas foi O cego de Ipanema (1960). Em sua obra destacam-se ainda Homenzinho na ventania (1962), Os bares morrem numa quarta-feira (1981) e Diário da tarde (1986). Também trabalhou como tradutor de poemas como The Waste Land, de T. S. Eliot, com o título de A terra inútil, e morreu na cidade do Rio de Janeiro.

 

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