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Manuel de Falla

Compositor espanhol nascido em Cádiz, um dos principais nomes do movimento nacionalista do começo do século XX. Ainda criança estudou música com sua mãe e outros professores de sua cidade natal. Mudou-se para Madri a fim de estudar piano e composição, onde estudou com o prestigiado musicólogo e professor catalão Felipe Pedrell.Enquanto ensinava piano em Madrid (1905-1907) ganhou dois prêmios de composição (1905), um com uma peça para piano e outro com a ópera La vida breve, que só estreou oito anos depois (1913) na cidade francesa de Nice, quando já residia em Paris (1907-1914). Na França conviveu com alguns dos mais conhecidos compositores da época, como Ravel, Albéniz e Stravinski e com o encenador Serguei Diaghilev.

Mudou-se para Granada (1919), onde criou (1922) com o poeta Federico García Lorca, um festival de cânticos do folclore da Andaluzia. Morou em Granada até o final da guerra civil espanhola, quando se exilou na Argentina (1939), onde morreu, na cidade de Alta Gracia, Córdoba, em 14 de novembro (1946). Dedicou os últimos vinte anos de vida a sua obra mais ambiciosa, La Atlántida, inspirada num poema de Jacint Verdaguer, concluída depois de sua morte, por Ernesto Halffter.

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Compôs Siete canciones españolas (1912), em que se manifestou pela primeira vez todo seu gênio, a música dos balés El amor brujo (1915) e El sombrero de tres picos (1919), a partitura de Noches en los jardines de España (1916), suíte para piano e orquestra, a Fantasía bética para piano (1919), El retablo de Maese Pedro (1922), ópera de marionetes, El retablo de Maese Pedro (1924), e o famoso Concierto para clave e 7 instrumentos (1923-1926).

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