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Karel Capek

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Escritor e filósofo tcheco nascido em Malé Svatonovice, Boêmia, então parte do Império Austro-Húngaro, em cuja obras de ficção denunciou os perigos do confronto entre o homem e os avanços tecnológicos, os perigos que ameaçavam o mundo moderno se este se deixasse levar pelos excessos do materialismo e do mecanicismo.

Estudou filosofia em diversas cidades européias até se estabelecer em Praga (1917), onde trabalhou como escritor e jornalista. Na literatura, embora tenha cultivado diversos gêneros, deve sua popularidade sobretudo a suas obras de ficção, suas utopias satíricas e filosóficas, traduzidas para muitos idiomas.

Por alguns anos escreveu em parceria com o irmão Josef, como por exemplo em Krakonosova zahrada (1918), coletânea de contos e narrativas de grande interesse humano. Nessa obra, numa estória em que humanidade se achava ameaçada por uma máquina de sua invenção, o robot, cunhou a palavra que posteriormente popularizou-se pelo mundo inteiro como nome de uma unidade cibernética.

Morreu em Praga e entre outras obras importantes ficaram a peça dramática R.U.R. (1920), Hordubal (1933), Povetron (1934) e Obycejny zivot (1934), as famosas sátiras Valka smloky (1936) e a peça realista Bilá nemoc (1937), em que conclamava o povo à solidariedade e à resistência contra o nazismo.

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