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Françoise Giraud

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A jornalista e escritora francês nascida em em Genebra, co-fundadora do semanário “L’Express” e também secretária da Cultura da França. De origens turcas e russas, seu nome de origem era France Gourdji. Depois de ter sido empregada numa livraria parisiense, trabalhou como argumentista para vários realizadores, incluindo Renoir, que a cita no genérico de A Grande Ilusão. Radicou-se em Clermont-Ferrand (1940) e tornou-se jornalista. 

Durante a ocupação nazista aderiu à Resistência e foi presa pela Gestapo (1944). O encontro decisivo da sua vida ocorreu (1951) quando conheceu Jean-Jacques Sevan-Schreiber, com quem fundaria, dois anos depois, o “L’Express”, onde permaneceu durante mais de 20 anos, primeiro como chefe de redação e depois como diretora. No “L’Express”, a luta contra a guerra da Argélia e a defesa dos direitos das mulheres foram dois dos temas dominantes das suas crônicas aceradas.

Foi nomeada (1974) secretária de Estado da Condição Feminina e (1976) assumiu a tutela da Cultura, que deixou no ano seguinte. Na segunda metade dos anos 80 colaborou, sucessivamente, no Nouvel Observateur, no Le Journal du Dimanche e no Le Figaro. Morreu de manhã no hospital de Neully, onde se encontrava já há alguns dias em coma, na seqüência de uma queda que lhe provocou um traumatismo craniano. 

O presidente da França, Jacques Chirac, e o primeiro-ministro francês, Jean-Pierre Raffarin, e o presidente da Câmara parisiense, Bertrand Delanoë, manifestaram o seu pesar pelo seu desaparecimento. Autora de dezenas de livros, incluindo romances, crônicas, ensaios, diários, seu primeiro livro foi Françoise Giroud vous présente le Tout-Paris (1952), uma coleção de retratos de personalidades.

Depois vieram la Nouvelle Vague (1958), Une poignée d’eau (1972), Si je mens (1972), La Comédie du pouvoir (1977), Ce que je crois (1978), Une femme honorable (1981), Le Bon plaisir (1982), Christian Dior (1987), Alma Mahler (1988), Leçons particulières (1990), Jenny Marx (1992), Journal d’une Parisienne (1994), Mon très cher amour (1994), Coeur de tigre (1995), Chienne d’année (1996), Cosima la sublime (1996), Gais-Z et contents (1997), Arthur ou le bonheur de vivre (1997), Deux et deux font trois (1998), Les Françaises (1999), Histoires (presque) vraies (2000), C’est arrivée hier (2000), On ne peut pas être heureux tout le temps (2001), uma autobiografia, Profession journaliste (2001), Portraits sans retouches (2001) e Lou: Histoire d’une femme libre (2002).

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