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David Bruce, Sir

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Médico e bacteriologista britânico nascido em Melbourne, Austrália, oficial da Royal Army Medical Corps (1883-1931), descobridor da bactéria causadora da brucelose (1887), uma doença infecciosa que é causada pela brucellae. Seu pai era um engenheiro de minas, temporariamente residente na Austrália, e que retornou com a família à Escócia qando o filho tinha cinco anos. Entrou na Edinburgh University (1876) e graduou-se em medicina (1881), foi asistente de medicina em Reigate e, dois anos depois, entrou para a Army Medical Service (1883) e foi para Malta onde pesquisou e publicou seu famosos trabalho sobre a brucelose, também denominada de febre de Gibraltar, febre de Malta, febre de Mediterrâneo etc. A brucelose é transmitida ao homem através do contato com animais infectados e caracterizada por febre, indisposição e dor de cabeça.

Esta enfermidade em animais domésticos, tais como vacas, ovelhas, cabras e cadelas, pode resultar em abortos espontâneos no início da contaminação com a brucellae. Em seguida tornou-se professor assistente de patologia do Army Medical College, em Netley, onde permaneceu pelos próximos cinco anos. Neste período também trabalhou nos laboratórios de Robert Koch, em Berlim. Mudou-se para a África do Sul (1894), onde començou suas investigações em trypanosomiasis. Na África do Sul descobriu o tripanosoma causador da nagana, e que a mosca tse-tsé era seu vetor. Pesquisou a conecção de doenças entre o homem e o animal, em Nyasaland (1911-1914) e serviu como comandante na Royal Army Medical College (1914-1919), em Millbank, onde pesquisou o tétano. Cavaleiro (1908), recebeu muitas honrarias, inclusive com seu nome sendo dado a instituições como o David Bruce Laboratories, em Wiltshire, e o David Bruce Hospital, em Malta, o antigo hospital militar, e morreu em Londres em 27 de novembro (1931), quatro dias depois da morte de sua esposa.

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