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Albert Camus

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Intelectual francês nascido em Mondovi, Argélia, ganhador do Prêmio Nobel (1957) e que embora muitas vezes mal compreendido influenciou decisivamente sua geração intelectual e a seguinte. Órfão de pai, desde a batalha do Marne, durante a primeira guerra mundial, cresceu em meio a muitas dificuldades econômicas junto com a família, mas exercendo várias profissões, conseguiu s es formar em filosofia na Universidade de Argel. Atacado pela tuberculose, resolveu se dedicar a carreira literária, iniciando-se como jornalista e fundador do Théâtre du Travail.

Publicou as coletâneas de ensaios L’Envers et l’endroit (1937) e Noces (1938), rompeu com o Partido Comunista e mudou-se (1940) para Paris. Aderiu à resistência, como diretor da revista Combat e, em plena guerra mundial, publicou uma série de obras que tornariam célebre seu nome, entre elas o romance L’Étranger (1942), o ensaio Le Mythe de Sisyphe (1942) e duas peças de teatro, Le Malentendu (1944) e Calígula (1945). Depois da guerra adotou uma linha de pensamento ideológico mais cuntudente na defesa dosocialismo e da liberdade do indvíduo.

Acusado de individualista e retórico, rompeu com o líder marxista, Jean-Paul Sartre, e enfrentou um conflito entre suas idéias progressistas e a explosão da revolução na Argélia, colocando-se do lado da França. Morreu ainda moço, em 4 de janeiro (1960), vitimado por um acidente de automóvel perto de Sens, na França. Sua obra, apesar de polêmica e contraditória, constitui uma das grandes realizações da literatura francesa, Outras grandes publicações suas foram o romance La Peste (1947), L’État de siège (1948), Les Justes (1950), L’Homme révolté (1951), o romance La Chute (1956) e a coletânea de contos L’Exil et le royaume (1957).

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