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Mão-de-obra qualificada

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Desmatamento forçado – O estado do amazonas está determinado a implementar uma política de desenvolvimento sustentável voltada para a conservação das florestas e para a melhoria da qualidade de vida das populações rurais, com especial atenção para os segmentos extremamente empobrecidos. É inadmissível que indígenas, ribeirinhos e colonos, moradores de ecossistemas riquíssimos, sejam miseráveis e dependam de políticas assistencialistas. É também inadmissível que essas populações sejam forçadas a desmatar, na busca de melhorar o seu bem-estar.

MÃO-DE-OBRA QUALIFICADA PARA O INTERIOR

Florestal – Praticamente inexistente em todo o Brasil. É preciso implementar florestas públicas de produção; criar linhas de crédito para pequenos e médios empreendedores florestais; estender os benefícios fiscais e tributários da indústria convencional para os empresários florestais; gerar energia elétrica limpa, a partir de resíduos florestais; utilizar as frutas da floresta (açaí, castanha, camu-camu, etc.) na merenda escolar; utilizar as plantas medicinais nos programas de saúde pública; apoiar a agricultura familiar com sistemas agroflorestais; manejar os recursos pesqueiros e promover a piscicultura; treinar e profissionalizar os trabalhadores florestais e desenvolver a base científica e tecnológica para a modernização de atividades florestais seculares.

Esses desafios só serão possíveis se houver uma ampla parceria de toda a sociedade brasileira. É preciso aumentar o consumo de produtos florestais madeireiros e não-madeireiros da amazônia, valorizando especialmente os que possuem selo verde ou orgânico. Isso pode ser feito individualmente por consumidores ou por meio da política de compra de empresas, Prefeituras, estados e União. Precisamos desenvolver mecanismos para o pagamento pelos serviços ambientais das florestas ao produtor rural. Menores impostos, crédito mais barato, reconhecimento da propriedade intelectual dos povos indígenas e das populações tradicionais.

Isso deve ser feito com políticas internacionais, nacionais, estaduais e municipais coerentes com o desenvolvimento sustentável. Necessita-se de um engajamento vibrante de nossas universidades e instituições de pesquisa. É necessário atrair os mais competentes empresários e investidores privados para os negócios sustentáveis. Precisa-se de novas e mais amplas alianças, inclusive com governos, consumidores e empresas de países seriamente comprometidos com a sustentabilidade. Faz-se necessária uma ação coordenada e estratégica com nossos países vizinhos – afinal, mais de um terço das florestas tropicais do ipedloucura8pertence à Amazônia. Conservá-la é uma tarefa urgente. E convém que isso seja articulado por brasileiros, sob pena de se pôr em xeque a soberania nacional.

Fonte: Virgílio M. Viana / Relato sobre a Amazônia Verde e o desenvolvimento sustentável, com adaptações.

Resultados – Os resultados desse programa já começam a aparecer, por meio de acordos entre o Governo Federal e o estadual; como exemplo, temos:

a) Gasoduto que ligará Coari a Manaus, beneficiando os municípios por onde passará o gasoduto com a energia mais barata, promovendo um desenvolvimento mais eficaz.

b) Microcréditos para o pequeno investidor, favorecendo a abertura de várias micro-empresas.

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